E como uma sobra me persegues a cada passo e cada vez que olho não estas mais.
Como a sombra que as vezes não vejo mas sei que ali esta. O vento que sopra minha nuca sussurra em meus ouvidos e me manda fazer o que sinto mas a mente me obriga a fazer um contrário que não me permito devido a minhas vontades.
E como o quente sensível e abstrato posso sentir tua pele grudando na minha como se fossem dois imãs, grudados um no outro como se não houvesse saída.
Nossas vontades são mútuas, arduas e se unem de acordo com nosso contato. Nossos olhares se distinguem mas finalmente se firmam um no outro como se só a reciprocidade dos mesmos valesse a pena e é incrível o perceber de nossa química quando finalmente nos cansamos e cansados e suados nos deitamos um no outro e suavemente trocamos o mesmo olhar.
E num canto o encanto se faz com um mar de propostas e um dilúvio de respostas afim de escutar no final um sim e por fim receber um beijo carinhoso e suave, acompanhado do sabor dos teus lábios transcrevo aqui o que seria de mim, um pobre ser domado pelo teu querer e seduzido pelo teu carinho que me envolveu e tornou de mim escravo do teu prazer. A imaginação toma conta da minha mente que me induz a me impulsionar contra você me proporcionando sensações aleatórias que nem eu mesmo sei explicar, mas prefiro deixar me ser induzido e provar do teu gosto me rendendo ao teu veneno do que negar e não poder cair na tentação de ser teu.







